O conteúdo real time no Lollapalooza transformou a presença do Méqui no festival em uma narrativa digital feita para acontecer no ritmo do público. Durante os três dias de evento, a faro.ag captou ativações, encontros e momentos espontâneos. Assim, cada experiência ganhou potencial para continuar nas redes sociais.
Um festival como o Lollapalooza acontece em múltiplas camadas. Ele está no palco, nas ativações, no público e também nas conversas digitais. Por isso, nossa operação precisava acompanhar diferentes momentos ao mesmo tempo.
Além disso, o desafio não era apenas registrar. Era preciso identificar rapidamente o que tinha potencial para virar conteúdo, produzir e entregar enquanto o assunto ainda estava acontecendo.
Do festival para o feed em tempo real
No Lollapalooza, cada minuto pode gerar uma nova oportunidade de comunicação. Dessa forma, nossa operação combinou planejamento, agilidade e olhar estratégico.
Fotos, stories e vídeos cumpriram diferentes funções durante a cobertura. Enquanto os stories acompanhavam o agora, os reels transformavam momentos em narrativas. Já a fotografia construiu um amplo acervo da presença da marca.
Ao longo dos três dias de festival, realizamos 23 entregas de conteúdo. A operação principal gerou:
- 28 stories
- 11 reels
- 308 fotos
Assim, a experiência física do Méqui ganhou diferentes formatos para continuar acontecendo no ambiente digital.



Três dias, três ritmos de conteúdo
Na sexta-feira, começamos a operação com 9 entregas. Foram produzidos 13 stories, 3 reels e 143 fotos.
No sábado, mantivemos o ritmo da cobertura. Ao todo, realizamos 7 entregas, com 12 stories, 4 reels e 135 fotos.
Por fim, o domingo encerrou a operação com outras 7 entregas. Nesse dia, produzimos 3 stories, 4 reels e 30 fotos.
Cada dia apresentou oportunidades diferentes. Por isso, a cobertura não seguiu apenas uma grade rígida de produção. Ela também acompanhou o comportamento do público e os acontecimentos do festival.

Uma operação que vai além do Lollapalooza
Além disso, a produção contemplou uma captação especial relacionada à grade do hotel.
A ideia inicialmente prevista para acontecer em hotéis ganhou uma nova execução em um bar.
Mesmo assim, preservamos a oportunidade de conteúdo e adaptamos a captação ao novo contexto.
Como resultado, essa frente gerou 1 vídeo e 188 fotos adicionais.
Somando essa produção à cobertura principal, chegamos a 496 fotos, além dos vídeos, reels e stories produzidos ao longo da operação.



Conteúdo real time como extensão da experiência de marca
Para a faro.ag, real time não significa simplesmente registrar tudo o que acontece.
Significa entender o que merece virar conteúdo, qual formato faz sentido e em qual momento aquela história precisa chegar ao público.
Por isso, a operação de conteúdo real time no Lollapalooza funcionou como uma extensão da experiência física do Méqui.
Enquanto as ativações conectavam a marca com quem estava presente, o conteúdo ampliava essa experiência para as redes sociais. Assim, um momento presencial ganhava potencial para alcançar uma audiência muito maior.
É nesse encontro entre brand experience e conteúdo que a cobertura passa a cumprir um papel estratégico.

Da experiência física à repercussão digital
Mais do que entregar volume de conteúdo, a estratégia foi transformar experiências presenciais em histórias capazes de circular nas redes.
Os conteúdos produzidos durante a operação alcançaram aproximadamente 173,5 milhões de visualizações, ampliando a presença do Méqui para além do público presente no festival.
Entre os destaques, o aftermovie da experiência alcançou 7,5 milhões de visualizações, reforçando o potencial do conteúdo audiovisual para prolongar a vida útil de uma ativação.
Esse resultado mostra como uma estratégia integrada entre experiência de marca e conteúdo real time pode transformar momentos presenciais em grandes movimentos digitais.