por muito tempo, o ponto de venda foi tratado como a última etapa da jornada, somente onde o produto estava e a conversão acontecia, o que era funcional, mas limitado.
no entanto, em momentos culturais como a copa do mundo, essa lógica já não se sustenta.
porque, nesses contextos, as pessoas não estão só consumindo, elas estão vivendo suas experiências.
a copa não é um evento. é um comportamento
a cada quatro anos, o Brasil entra no mesmo ritmo e, assim, transforma a Copa em um dos momentos mais emocionantes da cultura brasileira: a crença no hexa.
a rua muda. a rotina muda.
além disso, a copa reorganiza atenção, cria rituais que transforma qualquer espaço em ponto de encontro.
é aí, portanto, que entra uma mudança importante para as marcas:
todo mundo quer entrar na conversa. mas, afinal, quem realmente consegue prender a atenção?




quando o espaço deixa de ser suporte e vira protagonista
foi exatamente essa leitura que guiou o projeto do méqui 1000, na av. paulista.
mais do que ambientar o restaurante, a ideia foi transformar a fachada em um território de torcida. um ponto de contato que não depende de mídia paga para gerar impacto, mas que chama, conecta e convida. a fachada deixou de ser estética, passa a ser estratégia.
e quando bem pensado, o pdv deixa de ser apenas um local de consumo e passa a operar como mídia, que gera atenção orgânica e conecta experiência física com amplificação digital.

a faro.ag estruturou toda essa jornada, conectando fachada, evento e experiência em um mesmo fluxo. o espaço convida, o evento envolve e o conteúdo amplifica.
os sanduíches entram em campo inspirados em diferentes seleções — espanha, argentina, alemanha, méxico, estados unidos, itália e canadá — além do combo brasil, que reúne sanduíche, mc fritas, mcshake e mcflurry em uma mesma narrativa.
mais do que um portfólio, o menu passa a fazer parte da história que está sendo construída ali.
como comenta cláudia goffi, head de planejamento estratégico da faro.ag:

“quando falamos do hexa, estamos falando de um ritual coletivo, de algo que começa antes mesmo do jogo. por isso, nosso objetivo foi transformar o méqui 1000 em um território de torcida já no impacto visual, criando uma fachada que traduzisse a energia do torcedor de forma imediata. a ideia foi transformar o ponto de venda em mídia, para o público olhar e se identificar, entrar ou registrar aquele momento.”
no fim, o lançamento deixa de ser um anúncio e passa a ser o início da experiência.
no fim, a diferença é clara.
é sobre o que ela faz com esse espaço.
porque, quando o ponto de venda ganha intenção,ele deixa de competir por atenção e passa a fazer parte da experiência.

